quarta-feira, 14 de setembro de 2011

A meritocracia te move ??

A meritocracia te move ??

A meritocracia é um conceito importante desde os primórdios da civilização humana. Ser reconhecido pela sua entrega ao “meio”  é realmente uma poderosa força de ignição e retribuição !! Hoje em dia você se doa, veste a camisa, é pró-ativo, luta pelos valores da sua corporação … e sua estrela passa a brilhar !! As promoções começam a bater na sua porta, o bônus “bate” na sua conta e provavelmente você sobe no palco num evento de final de ano. Cenário aparentemente perfeito, mas vamos analisar por um outro ângulo …

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segunda-feira, 18 de julho de 2011

F1 - Evolução?

Assisti ao documentário sobre Senna. Muito bom relembrar as manhãs de domingo torcendo para aquele que na minha opinião foi o melhor piloto que já correu na F1! 

Porém lembrar também que, assim como o futebol, este esporte é movido por política, interesses e dinheiro, revolta. Milhões de pessoas torcem, se empolgam e acreditam que tudo isto é feito honestamente. 

Bem, sabemos que não é assim, o que manda é o dinheiro e o poder. Mas nem sempre foi assim! Encontrei algumas fotos na net e queria compartilhar, provavelmente estas pessoas faziam tudo isto pela paixão ao esporte, e não ao dinheiro. Será?


 Reunião no “motorhome” da Lotus Hockenheim 1970.
 O senhor a esquerda acompanhando o trabalho, é Colin Chapman fundador da Lotus.
 Box(?) da Ferrari em Monza 1971. 
Qualquer semelhança com alguma borracharia de beira de estrada é mera coincidência.
 Clemont-Ferrand 1973 - Mecânicos dão duro no carro de Emerson. Com certeza não estavam mexendo no mapeamento do motor.
 Ano 1971, Montjuich, Barcelona.
 Câmera onboard
 Ferrari em 1954, Circuito de Nurburgring. Jose Froilan Gonzalez, o piloto, guia o carro da Scuderia Italiana. Reparem que o único cinto que ele usa é o das calças. A corrida foi vencida por Juan Manuel Fangio e sua Mercedes. Froilan chegou em segundo lugar, completando a dobradinha argentina.
 Reabastecimento, reparem no extintor!
 Ano 1974 - Caixa de ferramentas.
 O sujeito da direita é Jochen Rindt, que venceu a prova, morto em Monza no mesmo ano e único campeão póstumo da F-1. 
 Mecânicos da Honda(com uniformes de beisebol) em Monza 1966. No ano anterior haviam conseguido a primeira vitória na F-1, no México.
 Clemont-Ferrand ano 1969, equipe Matra.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Esforço vs Resultado: o que vale mais?

Esforço vs Resultado: o que vale mais?

Escrito por marcelo cuellar em: Sem categoria | Tags: 
Via VOCÊ S/A


Recentemente um profissional me contou na entrevista que em seu próximo emprego gostaria de trabalhar em uma empresa que valorizasse seu esforço. Isto porque na sua história profissional ele sempre foi aquele que chegou mais cedo, saiu mais tarde, se disponibilizava para vir aos finais de semana e eventualmente ser o responsável pelos projetos extras que ninguém queria.
Mas mesmo com todo este esforço, nem sempre foi o mais recompensado e nem o que mais rapidamente cresceu na carreira. Injustiça? Politicagem? Pode até ser, mas o que as empresas buscam hoje não é necessariamente o maior esforço e sim o melhor resultado.Às vezes para se obter o melhor resultado é preciso muito esforço, mas nem sempre.É como se a meta fosse acertar com uma flecha um centro de um alvo. Um dos atiradores treina durante meses para ser um exímio arqueiro. O outro nada faz. No dia da prova o primeiro arqueiro acerta muito próximo do centro; o segundo arremessa a flecha em uma parede branca. Com a seta presa à parede, desenha o alvo de maneira com que o centro deste fique perfeitamente colocado onde a seta está pregada.
Quem está certo? Se a meta não foi nada mais específica do que acertar o alvo, o segundo obteve o melhor resultado.
Às vezes buscamos maneiras complexas e muito trabalhosas para obtermos nossos resultados, porque é senso comum achar que esforçar-se pouco para obter resultados é uma coisa ruim. NÃO É!! Obviamente é preciso respeitar a ética e o respeito com os demais profissionais que lhe cercam.
Provavelmente buscando o menor esforço é que foram criadas diversas soluções que nos cercam: do molho de tomate à telas touch screen.E é por isso que cada vez mais os profissionais não tem uma rotina estabelecida de 9:00h às 18:00h; trabalham por resultado, que podem estender estar jornada ou em algumas vezes encurtá-las.
Logicamente que a legislação trabalhista existe para evitar exageros por parte dos empregadores assim como a regulamentação de horas extras entre outros aspectos.
Mas a legislação não poderá definir quem serão os promovidos, quem crescerá mais na carreira e quem será o profissional de referência. E isto somente seus resultados farão por você.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

X Men Primeira Classe - Salvando o dia.

6h30 da matina e o telefone toca com a rádio taxi informando por engano sobre um taxi . Na manhã fria de São Paulo já o suficiente para tirar o humor de qualquer ser humano. Depois, o carro que deveria passar 07h10 não aparece, e para chegar ao trabalho é necessário uma caminhada de meia hora.

O dia passa com muito trabalho e reuniões chatas, mas o mau humor não, e quando termina o expediente chega a hora de ir para a aula de finanças corporativas. Chove muito e os ventos de 70 km/h deixam a cidade um caos. O dia que já tinha sido péssimo fica ainda pior com o trânsito caótico e, diante disto, uma opção é esquecer o MBA e partir para um cinema.

O filme é X-Men - Primeira Classe, produção ambientada na década de 60, que explora alguns fatos históricos e, como todo filme de super heróis, tem um vilão malvado com seu plano malígno e seus brinquedos poderosos. 

Porém é mais que isto. É cheio de ação, humor e aventura, mas também um drama sério nos momentos certos, especialmente em relação aos personagens, cujo desenvolvimento vai diretamente ao encontro do debate central dos mutantes.

As raízes do "bem" e do "mal" em X-Men - Primeira Classe, são emaranhadas em um solo fértil de situações inteligentes. É muito interessante o debate quando ambos os lados argumentam com razão e, ainda que antagônicos, pareçam igualmente corretos.

No fim os mutantes salvam o mundo de uma possível terceira guerra mundial e cada um toma um rumo na história. Além disto, sem saber, salvam também um dia chato, cansativo e pouco produtivo de um humano qualquer.