quinta-feira, 23 de julho de 2015

A cerveja como inspiração.

"A cerveja é a prova viva de que Deus nos ama e nos quer ver felizes."
Benjamin Franklin

Dia 25 de julho é comemorado o dia do escritor no Brasil. É sabido que muitos deles usavam e abusavam do álcool, inclusive para auxiliar no processo de criação. A figura boêmia de alguns às vezes chega a ser tão conhecida quanto a sua obra. É o caso de Ernest Hemingway, Oscar Wilde e Scott Fitzgerald. Verdade que a cerveja não era a bebida predileta da maioria, mas estava sempre presente como ilustra o poema “Como ser um grande escritor” de Charles Bukowski:

"não se preocupe com a idade
e/ou com os talentos frescos e recém-chegados;
apenas beba mais cerveja
mais e mais cerveja"

Além de ser um bom pretexto para buscar inspiração, a cerveja é também tema principal ou coadjuvante de muitas publicações, como o poema “Lines on Ale” de Edgar Allan Poe e os livros “Confesso que bebi” do jornalista e cartunista Jaguar; e “The Trumpet Major” de Thomas Hardy. Este último autor inclusive já recebeu uma cerveja como homenagem póstuma, a Thomas Hardy´s ale. Outro que está na lista dos homenageados com cerveja é o escritor de literatura de terror H.P. Lovercraft.

Já outros dedicam, ou dedicaram, seu tempo a estudar e divulgar a cultura cervejeira. Na Inglaterra existe até uma associação de escritores de cerveja, a British Guild of Beer Writers. Entre estes, o mais importante no mundo é Michael Jackson, jornalista britânico conhecido como Beer Hunter (Não, não é aquele do Moonwalker). Ele deu importantes contribuições para a cultura cervejeira, caçando e catalogando muitas cervejas e estilos pelo mundo.

Por fim, não podemos esquecer de um grupo de entusiastas que divulga, através de seus veículos, informações, ideias e opiniões sobre o assunto: os blogueiros de cerveja! 

Parabéns e um brinde a todos! 

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Meia Noite em Paris

Aqueles que a conhecem sabem, e os que não conhecem, já ouviram falar sobre a beleza da cidade luz! Ela inspira e transpira arte por todos os lados e serve de pano de fundo para o filme que dá nome a este post.

Um filme sem pé nem cabeça, que não chega a ser nenhuma obra prima e nem uma comédia de matar de rir, mas com certeza é diversão garantida para aqueles que gostam de arte, literatura e história, além de contar com a inteligência e genialidade de Woody Allen.

Meia noite em Paris passeia por épocas clássicas da capital francesa e sutilmente nos deixa uma reflexão: o passado foi melhor que o presente?

Os principais personagens do filme, quando no seu presente, gostariam de ter vivido em uma época passada e por um motivo não explicado, podem visitar os anos anteriores que marcaram a cidade. Tal vontade é um reflexo de uma parcela da população que pensa como antigamente era melhor. Mas quem nunca afirmou que antes era melhor,ou que no meu tempo era melhor, ou que hoje as coisas não são mais como antigamente?

Não se faz mais músicas tão boas, quadros ou esculturas, talvez porque ficou tão fácil fazer qualquer coisa que não damos o devido valor. Há séculos atrás um artista chegava a passar décadas trabalhando em uma mesma obra, hoje é raro gastar mais de ano para produzir algo. O que aprendemos com os mestres e o avanço da tecnologia nos permite fazer mais e, porque não, melhor.

Os acontecimentos do passado ajudaram a criar nosso presente nos servindo de inspiração (grandes músicos, escritores, artistas plásticos, cientistas etc) assim como o presente construirá o futuro. A vida segue em constante evolução, melhorando a cada dia e nos proporcionando aprendizados e momentos que não poderíamos ter vivido no passado. Tal mudança é inevitável! 

Certamente nos olharão do futuro e afirmarão como nossa época era boa.

É fantástico olhar para trás e ver como era bonito, charmoso e até poético, mas precisamos concentrar nossas energias no presente para construir um futuro cada vez melhor. Por isto, valorize sim o passado, mas viva o presente, pois ele é o principal responsável pelo futuro.

Ah! No fim, o personagem principal escolhe o presente. Sábia decisão!






segunda-feira, 7 de maio de 2012

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

A meritocracia te move ??

A meritocracia te move ??

A meritocracia é um conceito importante desde os primórdios da civilização humana. Ser reconhecido pela sua entrega ao “meio”  é realmente uma poderosa força de ignição e retribuição !! Hoje em dia você se doa, veste a camisa, é pró-ativo, luta pelos valores da sua corporação … e sua estrela passa a brilhar !! As promoções começam a bater na sua porta, o bônus “bate” na sua conta e provavelmente você sobe no palco num evento de final de ano. Cenário aparentemente perfeito, mas vamos analisar por um outro ângulo …

Clique no link do título e acesse o conteúdo na página da VOCÊ S/A

segunda-feira, 18 de julho de 2011

F1 - Evolução?

Assisti ao documentário sobre Senna. Muito bom relembrar as manhãs de domingo torcendo para aquele que na minha opinião foi o melhor piloto que já correu na F1! 

Porém lembrar também que, assim como o futebol, este esporte é movido por política, interesses e dinheiro, revolta. Milhões de pessoas torcem, se empolgam e acreditam que tudo isto é feito honestamente. 

Bem, sabemos que não é assim, o que manda é o dinheiro e o poder. Mas nem sempre foi assim! Encontrei algumas fotos na net e queria compartilhar, provavelmente estas pessoas faziam tudo isto pela paixão ao esporte, e não ao dinheiro. Será?


 Reunião no “motorhome” da Lotus Hockenheim 1970.
 O senhor a esquerda acompanhando o trabalho, é Colin Chapman fundador da Lotus.
 Box(?) da Ferrari em Monza 1971. 
Qualquer semelhança com alguma borracharia de beira de estrada é mera coincidência.
 Clemont-Ferrand 1973 - Mecânicos dão duro no carro de Emerson. Com certeza não estavam mexendo no mapeamento do motor.
 Ano 1971, Montjuich, Barcelona.
 Câmera onboard
 Ferrari em 1954, Circuito de Nurburgring. Jose Froilan Gonzalez, o piloto, guia o carro da Scuderia Italiana. Reparem que o único cinto que ele usa é o das calças. A corrida foi vencida por Juan Manuel Fangio e sua Mercedes. Froilan chegou em segundo lugar, completando a dobradinha argentina.
 Reabastecimento, reparem no extintor!
 Ano 1974 - Caixa de ferramentas.
 O sujeito da direita é Jochen Rindt, que venceu a prova, morto em Monza no mesmo ano e único campeão póstumo da F-1. 
 Mecânicos da Honda(com uniformes de beisebol) em Monza 1966. No ano anterior haviam conseguido a primeira vitória na F-1, no México.
 Clemont-Ferrand ano 1969, equipe Matra.